Mostrando postagens com marcador JORNAL. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador JORNAL. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Pensar a sustentabilidade é pensar coletivamente e isso envolve a todos: seres humanos e não humanos. Homens, animais, plantas, pedras, tecnologias e tudo o que existe nesse mundo precisa viver em harmonia.

É sobre isso que fala a 10ª edição do Suplemento Mundo Jovem Comunica. Acompanhe a versão online e boa leitura!












Clique aqui e baixe a 10ª edição do Suplemento Mundo Jovem Comunica, integrante da 20ª edição do Jornal A Voz do Lapenna.

Convivência escolar, comunicação e espaços de participação. Na 20ª edição do Jornal A Voz do Lapenna, a Cidade fala sobre seus incômodos e desejos, seus sonhos, propostas e caminhos para mudança. Confira!












Clique aqui e baixe 20ª edição do Jornal A Voz do Lapenna

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Atitudes para um novo planeta

Se você pudesse fazer um novo planeta como ele seria? O que você manteria do planeta Terra, o que extinguiria, o que criaria? Essa foi a reflexão do projeto Jovem Comunica no primeiro semestre de 2013 e você pode conferir tudo aqui, na 9ª edição do Suplemento Mundo Jovem Comunica! Boa viagem pelos planetas! Ops, boa leitura!







Clique aqui e baixe a 9ª edição do Suplemento Mundo Jovem Comunica, caderno integrante da 19ª edição do Jornal A Voz do Lapenna.

Nós, a Cidade

A 19ª edição do Jornal A Voz do Lapenna pergunta: Que cidade é essa? Qual cidade queremos? E assim, traz diversas reportagens sobre nossa grande São Paulo e o que a nova gestão municipal propõe. Além disso, vamos conhecer mais sobre a TV Digital e as possibilidades para a construção de uma comunicação educativa, participativa e, claro, para todos! Boa leitura!













Baixe aqui a 19ª edição do Jornal A Voz do Lapenna

domingo, 10 de fevereiro de 2013


Vivendo e aprendendo sobre a Sociedade Civil
1º aprendizado com leituras recentes

Vivemos e passamos a compreender um pouco mais a tão conclamada sociedade civil. Para tanto, aprendemos que ela é composta de instituições, associações, conselhos, movimento sociais, Ongs, grupos comunitários, sindicatos, comunidades religiosas, organizações femininas.
Desde suas primeiras definições, por exemplo, a dos moralistas no século XVI que a definia como o oposto do individuo isolado, passando por Kant que define seu estabelecimento como base no direito e, contemporaneamente nos referimos a ela como uma arena de ações coletivas em torno de interesses, propósitos e valores, sempre guardou consigo a característica de tornar transparente os atos públicos, dos governos, em nome do interesses comunitários, sendo uma verdadeira vigilante.  
Com o enfraquecimento do estado diante do gigantismo dos interesses e influências do mercado, e da infeliz legitimação de uma “cultura de governo” desenvolvida a partir da acomodação de interesses privados na dinâmica pública, a sociedade civil teve que obrigatoriamente potencializar suas ações de guardiã, no sentido de garantir transparência, acesso à informação e se tornar também incentivadora de iniciativas voltadas à ética, “não como meio”, mas como princípio e finalidade de um estado em que pressupõe os direitos do cidadão. 
Certos subgrupos, sobretudo ONgs e até fundações comunitárias passaram a estabelecer parcerias com cidadãos, para criar, pesquisar e propor, a partir do entendimento sistêmico de cada localidade, ações e projetos objetivando um melhor viver na cidade. Na verdade, não esperando que o governo comande o caminho, mas reunindo e criando caminhos, para que uma atuação sustentável do governo possa ocorrer. Seria “como um artista, um cientista a ajudar sua região a começar a ver o mundo, e a si mesma de novas maneiras, na construção de uma cultura de envolvimento cívico”. (Missão Local, Visão Global p,75).
Numa perspectiva e potência de envolvimento orgânico nos territórios onde atua, torna-se difícil para as ONgs, sejam as de pequeno e médio porte e até mesmo para Institutos e Fundações manter a neutralidade, pragmaticamente apregoada pelos defensores de uma relativização da identificação com ideologias, aspirações, missões e visões.
Defender e desenvolver ações para determinadas causas, demandas, problemas de ordem social, sejam eles de caráter de desenvolvimento urbano, étnico, trabalho infantil, juventude, violência contra minorias, distribuição de renda, educação para todos, enfim, sempre em cada processo comunitário haverá a identificação ideológica, no mínimo para a construção da agenda de ações, mobilizações, movimentos e até mesmo educativa, dentro de uma perspectiva em que a comunicação das ideias congruentes está para o avanço e conquista de direitos, assim como a desconstrução do mito da neutralidade presente na mensagem da missão de cada organização.
Certo de que também se verifica com muitas organizações de pequeno porte e  associações de bairro da nossa cidade que, para desenvolverem suas ações com a bandeira da transformação social, por exemplo, obtém  recursos do estado, por meio de programas sociais e políticas públicas, em convênios e até mesmo por intermédio do estreitamento de relações com interlocutores “políticos profissionais”, muitas vezes em detrimento de uma divisão equânime e ética na irrigação de recursos, o que gera, em alguns casos, influências e fisiologismo.
Por outro lado as grandes organizações (institutos) ligadas aos grandes grupos econômicos, muitas delas, não tem interesse em investir numa nova forma de desenvolvimento, ocorrendo assim a multiplicação de políticas sociais de contenção, verdadeiros esparadrapos, curativos, paliativos, na preservação da mesma lógica substancialmente insustentável.   
Assim, se pertencemos a um coletivo composto por gente que acredita que um outro mundo é possível, reconhecemos e assumimos nosso papel de mobilizar pessoas de uma comunidade geograficamente definida para identificar desafios comuns e, concomitantemente, aumentar a participação das organizações e atores no processo de identificar, legitimar e acordar um modelo de desenvolvimento que não seja excludente e insustentável, um objetivo que muitas vezes parece inatingível, pois a própria estrutura necessária para transformação é alimentada pelo modelo que ai está, o ganha - perde, o consumo desenfreado, desmedido e incentivado por uma lógica endêmica, disseminada e até mesmo sinônimo de valer, ter lastro, em detrimento do pensar e fazer, do compor e integrar o todo. 

sábado, 15 de dezembro de 2012

O Suplemento Jovem Comunica da 18a. edição do jornal "A Voz do Lapenna" traz para os leitores reflexões, práticas educativas e olhares, a partir da contextualização "Habitar é Comunicar" de educadores e educandos de escolas públicas, do Sesi A.E Carvalho e do Centro Social Marista. 

Essa edição revela também o desejo de participação de parte expressiva da juventude escolar de São Miguel Paulista nos rumos  da cidade e dialoga com o propósito de educar para uma cidade sustentável.   

Boa Leitura









Baixe aqui a 8ª edição do suplemento Mundo Jovem Comunica, integrante da 18ª edição do jornal A Voz do Lapenna.


A 18a. Edição do jornal "A Voz do Lapenna" foi produzida inteiramente por jovens, educadores, educandos, pessoas da comunidade, profissionais e estudiosos da educação, saúde e de gente ligada ao esporte. Assim fica cada vez mais evidente o compromisso de criar espaços e veículos para que as pessoas possam manifestar seus saberes e experiências, e de contribuir para pensar a cidade como forma sensível de civilização.  

Boa Leitura 











Baixe aqui a 18ª edição do jornal A Voz do Lapenna.

NCC São Miguel no Ar

Galpão de Cultura e Cidadania
Rua Serra da Juruoca, nº112
Jardim Lapenna - São Miguel Paulista
São Paulo - SP
Telefone: (11) 2956 0091
E-mail NCC: projetosmnoar@gmail.com

Fundação Tide Setubal

Rua Jerônimo da Veiga, 164 - 13° andar CEP 04536-000 Itaim Bibi - São Paulo - SP Telefax: (11) 3168 3655
E-mail: fundacao@ftas.org.br

CDC Tide Setubal

Rua Mário Dallari, 170
Jd. São Vicente - São Miguel Paulista
São Paulo - SP
CEP 08021-580 Telefone: (11) 2297 5969

  ©Template Blogger Green by Dicas Blogger.

TOPO